segunda-feira, agosto 06, 2007

Dizer Olá Não Mata ou Como As Portuguesas Têm Muito Que Aprender

Ao escrever o último post já sabia que ia fazer ondas.. mas reservei o meu direito de defesa. Agora é que vem a real bomba! :P

Primeiro, esta é uma visão pessoal com opiniões muito pessoais. Mas esse facto não invalida a teoria ou, melhor dizendo, a leitura dos factos. Eu vejo, ouço, comento, penso e estudo. E no final tenho uma opinião.
Segundo, eu sou como sou. E isto é ser-se diferente do gajo do lado em algumas coisas e parecido noutras. Cada um é como é traga isso de bom ou de mau.
Terceiro, exagerei nos adjectivos mas não retiro uma palavra do que disse. Afinal: "Todas as generalizações são perigosas. Incluindo esta"!

Depois de uma grande introdução para apresentar uma premissa simples:

As raparigas portuguesas são antipáticas.


E de seguida exponho:

Ao se viver em sociedade, relações humanas são imprescindíveis. Estudos mostram que o próprio corpo começa a sofrer caso seja-mos privados de contactos com outras pessoas. A criação de relações faz parte da vida.

Logo, é normal que durante a vida se encontre novas pessoas, se façam novos amigos, conhecidos até inimigos. Não existe nenhum ponto em que se pode dizer que já se tem amigos suficientes e se fecha o tasco. Se pensarem bem, até os vossos pais vão conhecendo novas pessoas e fazendo novos amigos. Logo, é normal conhecer pessoas novas. Não vale a pena lutar contra isso. Até pelo vosso bem, não o façam.

E uma dos sítios possíveis de se conhecer mais gente é precisamente em festas a sair a noite. Num ambiente de festa (e nem vou falar da bebida que isso é apenas uma desculpa e não é relevante para o caso em particular) as pessoas dançam, conversam e riem. Estando muita gente no mesmo sitio, a ouvir a mesma música, não vejo razão alguma porque duas pessoas desconhecidas não possam conversar.

É facto, é comentado por todos os rapazes deste país, que é praticamente impossível um rapaz conhecer uma rapariga numa discoteca. O cenário é clássico e sobejamente conhecido:
. Rapaz chega ao pé da rapariga.
. Rapaz diz olá.
. Rapariga olha o rapaz de alto a baixo.
. Rapariga faz um sorriso amarelo e foge.

A questão aqui é simples: O que fez a rapariga fugir? Porque não disse olá e ficou a conversar? Certo que a conversa pode não ser interessante, mas creio que em 90% dos casos nem sequer passa para essa fase. O que quero apontar aqui é o preconceito a partida por parte da rapariga. Preconceito que facilmente se resume a: "Este gajo é um palhaço? Vou é embora"

No outro dia, a conversa com uns amigos num barzinho em Leça, ouvi o que foi para mim a confirmação oficial deste facto. Umas amigas falavam da sua última viagem e dos rapazes que conheciam lá: "Eram um bocado chatos, mas quando em Portugal despacham-se logo à partida, lá eu tinha que ser mais simpática". Inconscientemente, ela descreveu a relação e o pensamento que existe neste país (e cidade em particular). Quando confrontada com o assunto tentou esquivar-se com promessas de "lições" sobre como se deve comportar com raparigas. Estou curioso sobre estas lições apesar de já as antecipar o que contêm: Rapazes aprendam a ler mentes pois 'não' quer dizer 'talvez', e 'talvez' quer dizer 'não', 'sim' ou 'Daqui a bocado' dependendo das situações, posição da mão direita em relação ao queixo e da posição dos planetas. (Mas sobre isto é ainda outro post). No fundo não conseguiu dar uma boa explicação sobre as razões das recusas.
Basicamente, anuiu com o facto de optar por ser antipática ao lidar com rapazes em Portugal. De uma forma ou de outra este comportamento descreve das raparigas Portuguesas.

Indo ligeiramente mais longe, e ainda baseado em longas conversas e algumas confissões do sexo oposto, atrevo-me a dissertar sobre uma das possíveis razões:

"Este palhaço só quer é levar-me para a cama e depois deitar-me ao lixo, vou é embora".

Certamente com histórias de terror no sótão (das próprias ou de amigas), de engates num bar que resultarem em noites em que posteriormente o rapaz se revelou um real cabrão, as raparigas escudam-se com o pensamento fácil de "o último rapaz era um cabrão e por isso todos os rapazes são uns cabrões".

Não vou tentar dizer que não há gajos que sejam uns cabrões, pois sei que os há. Mas também sei que há quem não o seja. Eu não vejo porque razão devo pagar pelo erro de outros, incluindo o erro das raparigas, afinal, são preciso dois para dançar o tango (horizontal). Que elas e eles tenham feito erros é natural, acontece a todos e a partir dos erros aprende-se. Só não sei é porque são os outros (leia-se: eu) a pagar por esse erro.
Geralmente nesta altura vem a resposta: "Ah e tal e coiso, se damos trela aos gajos eles pensam logo que somos uma vadias e que queremos ir para a cama com eles".
A única resposta que tenho aqui é que têm uma visão muito pobre de vocês próprias. É clássica a tradição de "rapazes têm de ter muitas raparigas e as raparigas não devem andar na rua a mostrar a pele". Ainda este fim de semana vi um exemplo desse tipo de educação e só posso dizer que lamento e que é das coisas mais estúpidas à face da terra. É um exemplo do tipo de mentalidade retrograda que cria este tipo de situações. Mas não valendo a pena chorar por algo tão estúpido, neste momento somos todos crescidinhos e podemos pensar pela nossa cabeça e fazer os nossos juízos de valor.

Meninas, lamento informar mas nem todos os rapazes querem simplesmente leva-las para a cama. A "Third Law of Sexual Dynamics" não é para vos servir de desculpa para este facto, mas sim para ser levada como um elogio. No entanto o que vejo é que o vosso ego sobe para níveis facilmente equiparáveis a estratosfera e, como tal, qualquer rapaz à vista é um potencial aproveitador. Existem por esse mundo fora rapazes que são simpáticos e interessantes e que certamente os dois lucrariam de uma boa socialização. Se a partir dai parte para algo mais sério é outro assunto inteiramente diferente. E nessa altura do campeonato qualquer relação parte a partir de algo mais sólido do que meia dúzia de tretas ditas acerca do tempo.

Sim, porque há quem consiga passar essa barreira inicial (geralmente simplesmente baseada na aparência física, mas isso é também outro assunto) e consiga dar 2 dedos de conversa com as raparigas no que é conhecido por "Conversa de Merda". Quem me conhece sabe bem a minha aversão a este tipo de conversa totalmente desprovido de sentido e conteúdo.
Ou seja, a única hipótese de poder a ficar a conhecer alguém durante a noite é se conseguir dizer coisas estúpidas. Não obrigado.
Por outro lado, entendo a aversão das raparigas a ficarem a conhecer rapazes. Se eu só pudesse ter conversas de merda como forma de contacto com raparigas também ficaria desagradavelmente impressionado. :P

E aqui volto à minha discussão original. As raparigas são portuguesas são antipáticas porque preferem comprar banha de cobra e chorar depois do que a divertirem-se. As noites espanholas e inglesas são muito diferentes, quase no extremo oposto. No entanto também servem para demonstrar que é possível ser-se simpático sem se virar meretriz. No sábado em Verin, era possível sorrir para uma rapariga e ela sorrir de volta. Era possível dizer 'Olá' e ter uma resposta. Era possível divertir-me sem olhares reprovadores! Acontecia virem ter connosco para tirar uma foto e rir um bocado. Estavam ali, tal como nós, para se divertimos e em nenhum caso quis dizer "Vamos para a cama". Existe todo um mundo que não implica sexo e acreditem que vale a pena!!

Sobre sexo casual não tenho nada contra, eu é que não o quero fazer. Que haja pessoas que gostem de o fazer, tudo bem. Eu é que não estou nessa onda e por isso gosto de fazer as coisas à minha maneira e não ser marcado como sendo outro qualquer sem terem o mínimo de contacto comigo antes.

É neste sentido que acho as portuguesas antipáticas. Porque saltam para conclusões sem qualquer razão aparente. Porque gostam de catalogar e dar opiniões sobre alguém que não conhecem. Porque acreditam no pior em vez do melhor nas pessoas. Porque preferem ser carrancudas a divertirem-se.

E neste momento já chega, sei que não tenho dotes de escrita pelo que o texto pode ter ficado um pouco longo e confuso. No entanto estou à inteira disposição para mais profunda discussão caso o desejem. Especialmente se for a servir de acompanhamento a uma francesinha.

15 Tremuras:

Anónimo disse...

Subscrevo as tuas palavras - principalmente por já ter em mais de uma ocasião verificado que no estrangeiro as raparigas portuguesas não se regem por estas leis. São mesmo enjoadas é em casa! No dia em que as gajas passarem a sair em grupos mistos (sem que os pilinhas sejam necessariamente os namorados), a parte da socialização vai ser mais simples - senão qual é o propósito de ir sair à noite? Ouvir música pode-se fazer em casa!
El_gordo

Tisha disse...

Definitivamente as generalizações são muito perigosas... para quando a francesinha com ou sem sexo casual? ;)

Rute disse...

na minha opiniao, os rapazes ganhavam muito mais credibilidade se fossem directos ao assunto. As frases " ola, posso conhecer-te" ou "deixa-me pagar-te um copo" são dúbias. Prefiro que a pessoa em questao se dirija a mim e que seja directa. Que diga o que realmente que quer. Decerto que se vier com conversa fiada não lhe dou importancia. Mas isto sou eu, ha raparigas que aceitam todo o tipo de convites. Saliento que consegue perceber-se relativamente bem os intentos do rapaz.
De qq maneira, gostei do Blog. o meu, rutepinto.wordpress.com

Nuno disse...

As raparigas portuguesas são antipáticas.

Conheço este escritor há muitos anos. Somos melhores amigos e discutimos esta e outras temáticas derivadas desta muitas mas muitas vezes.

Não vou fazer mais comentários em relação ao que está escrito, apenas dizer que as meninas Portuguesas têm muito mas muito que aprender, não só nesse sentido como também a darem valor aos Homens Portugueses.

Long Live MãoTremida!

\"/ Peace \"/

Claudette Guevara disse...

:D
Confesso que revi-me um bocado neste texto, mas só um bocadinho!

Mas também confesso que tenho dias, como todas as gajas têm dias.

E... confesso também que a maior parte das vezes me aparece cada bronco bêbedo (ou bêbado, nao sei) à frente que eu chuto logo pra canto!

Ah... e o hálito também conta!
Ehehehe, just kiding!

Já travei algumas amizades nocturnas, aqui como lá fora (estrangeiro). Só me custa ver que as conversas boas que se possam ter, resultem quase sempre na vontade de ir pra cama... É pena...

A não ser que o gajo seja homosexual e aí sim, é uma bela noite de copos e treta.

Joana Santos (STRITH) disse...

Eu sou simpatica pahh!! :P Mas sim, de uma maneira geral tens razao =)

vitor disse...

Tendo sido eu a arrastar este menino além fronteira e conhecer o "novo mundo" não podia deixar de escrever aqui algumas palavras. Concordo plenamente com o que está escrito e tenho muita pena que assim seja. Nem é preciso ir tão longe, quantas vezes acontece convidar raparigas que considero amigas para ir tomar 1 café ou ir a praia e receber as desculpas mais esfarrapadas só pk na cabecinhas delas eu estou as estou a tentar "engatar". Vai-se la entender o que se passa na cabeça destas miudas, sim, só podem ser consideradas miudas. Já estamos atrasados em muitas coisas em relação ao resto da europa, esta é mais uma delas.
Eu não vou generalizar tanto como o nosso amigo Ups, acredito que ainda ha pessoas simpáticas neste país.
De qualquer forma estou admirado com o facto de haver raparigas a dar a cara neste blog e assumir que realmente há algo de errado nas relações homem-mulher em portugal.
E para contariar o que muita gente comenta, NÃO, as espanholas não são todas P**** (não digo que não as haja, pk há, mas isso há em todo o lado), são apenas mais desinibidas, animadas, divertidas e por aí fora.
Em relação ao assunto Espanha, só tenho a dizer que portugal deveria introduzir cá o mesmo conceito de noite que nuestros hermanos têm, que de certa forma tb é um aliciante ao melhor relacionamento entre pessoas(Esta parte já compete aos investidores da noite mudar de mentalidade e esquecer um bocadinho o fútil jet-set/vip/pt que os pariu). Já me estou a estender muito, daqui a pouco parece que o blog é meu, por isso vou deixar ao Ups a tarefa de (caso queira) explicar mais ao pormenor o que tem de especial esse conceito de noite espanhola e o que tem de mal a noite portuguesa. Por mim só me resta dizer que este fim de semana volto a Verim de certeza e convido quem quiser a vir comigo, eles para saberem o que é uma boa noite e elas para aprenderem qualquer coisa sobre relações humanas :p

Isa disse...

eu cá acho que passa tudo por uma questão cultural...(e segundo o teu POV sou antipatica, mas não me importo ^^)

Flaw disse...

Eu penso que a principal base disto não é a nacionalidade das pessoas, mas sim a sua própria personalidade.

Pode-se passar a bola para o lado dos homens e assim dizer que as raparigas portuguesas são antipáticas muito por culpa dos homens portugueses que podem ter umas atitudes dúbias e estranhas. No entanto, volto a referir que não acho que alguém tenha a culpa nesta questão.

Não queria ir para o lado pessoal da coisa, mas talvez seja a melhor forma de explicar o meu ponto de vista... Já é da minha personalidade ser tímida e reservada (grande novidade que te estou a dar, hein?), mas isso não implica que eu seja antipática com as pessoas que me abordam.

Quanto a ambientes de discotecas portuguesas, não tenho muita experiência, por isso passo à frente. Mas posso falar de discotecas em muitos outros países e com pessoas portuguesas e de milhentas outras nacionalidades...

As minhas primeiras experiências em discotecas foram por volta dos 15 anos, em Inglaterra e Escócia. A primeira palavra que me ocorre para descrever tudo isto é “medo”. Medo por estar à noite em cidades gélidas, com pessoas com comportamentos estranhos. Comecemos pelas roupas das meninas inglesas e escocesas que com 13 anos, temperaturas a rondar os zero graus, saem para a rua de sandálias, mini saias e tops. Acham que estas querem conversa? Não me parece. E o que vem atrás disto é que depois os meninos ingleses pensam que é tudo igual, que as pessoas só saem à noite para se embebedarem e terem sexo, e se nos desmarcamos deles com delicadeza ainda são capazes de nos insultar porque vão ter de usar a mesma lengalenga com outra gaja para a levarem para a cama. E mesmo sabendo qual era a única intenção deles, eu não me importava de conversar com eles, até achava divertido, porque bêbados dizem umas coisas engraçadas e eu gosto de me rir.

Next, finlandeses. Os nórdicos típicos só falam se estiverem bêbados, o que no final de contas até nem é muito difícil, pois eles só fazem 2 coisas: trabalhar muito e beber ainda mais. Sabes o que eu senti com os finlandeses? Medo, de novo. É que a seguir ao olá vinham coisas como “olha para mim a dançar, olha para o meu rabo... bom, não é?” ou “queres ir para minha casa?”. Óbvio que em discotecas não se procuram diálogos filosóficos, apenas chill-out, mas não era isso que acontecia. No início,quando algum rapaz finlandês vinha ter comigo ou sequer olhava para mim fixamente, eu tinha logo um amigo finlandês a colar-se a mim e a fazer de barreira. Se eu queria isso? Nem por isso... dificultava um pouco conhecer novas pessoas. E alguma vez eu disse para se irem embora? Nunca, ficava sempre a conversar, mesmo que eles já não dissessem coisa com coisa ou mesmo quando já nem conseguiam falar em inglês tal era a bebedeira... Até porque no fundo (e isto é uma opinião pessoal) não me interessa assim tanto as verdadeiras intenções da pessoa que vem falar comigo, porque toda a gente é capaz de joguinhos e “manobras”. Se a conversa for animada, não me importo nada de falar, nem que sejam coisas sem muito sentido. Há é certos limites, nomeadamente físicos, que não deixo que quebrem a barreira.

Próximos senhores, russos. E mais uma vez, medo! Já o não poder andar na rua descontraída por ser gaja arrepia um bocado, então aqueles ambientes de discotecas e bares... Podia falar das miuditas adolescentes que por lá andam, mas vou cingir-me aos machões russos. Até eles têm chulos sempre atrás deles! Regra número um para uma rapariga num bar/disco na Rússia: nunca ficar sozinha. Há máfia por todo o lado (e strippers masculinos também, mas isto não é propriamente um defeito). Se calhar o maior defeito aqui nem são as intenções camufladas, mas o problema da língua, já que são poucos os que falam minimamente inglês. No entanto cheguei a falar com alguns. A ideia que tenho é que são extremamente desconfiados e que mesmo que uma rapariga seja simpática com eles, eles ficam cada vez mais desconfiados. Resumindo os russos: ou são strippers/ go-go-dancers ou são chulos e poucos são os que dão valor às mulheres para além de serem puros objectos ou matrapilhos nas mãos deles.

E pronto, agora podemos fazer uma breve incursão ao mundo dos noruegueses e a situações familiares... Os amigos vão dançar e deixam-me com noruegueses (o que não tem mal nenhum, atenção)... um dos noruegueses (podre de bêbado) ajoelha-se, pede-me em casamento e tenta por as mãos onde não deve. Ia ficar toda sorrisos pra ele? Enquanto ele foi falando não houve problema nenhum, agora quando cmeçou a tocar-me, alto lá! Fiquei amarga depois disso? Ou quando tava a falar contigo e aquele paquistanês (ou algo do género) me veio dizer alguma coisa? Não, fiquei admirada (com cara de parva como sempre), mas toca a rir cheia de boa disposição.

Há uns anos eu andei no British Council a preparar-me para um exame e tinha uma professor inglês mais velho que eu 4 anos, giro e super simpático (sim, também era um óptimo professor, by the way). Eu era a mais velha da turma e gostava imenso de falar com ele porque estavamos sempre a picar-nos e na galhofa. O mal vinha das outras pessoas que nos olhavam como se passasse algo mais entre nós. Isto para dizer que por vezes o mal não está entre aquelas pessoas, mas entre as pessoas que as observam e são mesquinhas e invejosas e inventam as tais histórias de cobras e lagartos. O que lhes fazer? Dar-lhes uma lambada (apeteceu-me inserir um elemento musical no meu comentário, tal como tu fizeste).

Se todos pensássemos sobre essa lógica do “ai eu não vou falar com ele(a) porque o que ele(a) quer sei eu” bem que não tínhamos amigos! Pensa que se eu fosse apologista desta treta nunca te teria conhecido, porque nunca iria responder a um estranho que faz um comentário no meu blog. E o mesmo se tinha passado com o Nuno, já agora.

Sim, há pessoas que por detrás de uma conversa querem é uma conquista imediata, mas também há quem queira apenas relaxar, conhecer novas pessoas sejam elas homens ou mulheres. E também depende da disposição das pessoas naquele momento. O que eu penso é que sejam quais forem as intenções não é preciso entrar em pânico, não somos obrigados a grandes intimidades com a pessoa que está à minha frente.

Honestamente quando um francês mete conversa comigo sou capaz de ser um pouco fria, mas isso é um caso pontual. Não sei o que pensam outras mulheres sobre o assunto, mas magoa-me sempre que ouço um homem dizer que as portuguesas são esquisitas e antipáticas e que as estrangeiras é que são boas. Assim dá vontade de dizer “se as outras é que são boas, então azar, vai atrás delas que eu nem me dou ao trabalho de fala contigo”.

Se alguém vem falar comigo, fico muito envergonhada, é verdade. Mas não é por isso que deixo de falar, desde que não sejam mal educados. Eu por vezes até respondo aos trolhas que mandam aquelas bocas suaves “então nem se diz olá ou bom dia”! Lol! Agora se daí partirem (eles ou outra pessoa qualquer de qualquer país do mundo) para a agressão verbal ou a quererem usar as mãos, calma aí!!

O problema é a tendência das pessoas a se caalogarem umas às outras antes mesmo de terem contacto com elas.

Eu ia dizer que peço desculpa por não me achar uma antipática que põe uns patins aos homens portugueses, mas não tenho de pedir desculpa nenhuma. Até eu que na maioria das vezes quero é que não me chateiem, tenho uma palavra para quem me aborda. Primeiro até posso estranhar “ok, tantas raparigas aqui e pq é q vieste logo ter comigo?!”, mas depois logo se vê. Fugir, só em caso de me sentir ameaçada (e nestes casos há sempre amigos homens por perto que topam logo a cena deles sem ser preciso eu fazer alguma coisa desagradável). Sei lá, até eu que nem sou de grandes conversas (o que não quer dizer que não goste da pessoa que se encontra à minha frente), com aqueles que têm fama de engatatões falo sem problemas nenhuns! Eu não sou obrigada a nada, por isso, what´s the deal? (uma boa música que está na moda para ilustrar iso seria a “young folks”)

E não é por se ter tido uma experiência desagradável que se deve desistir ou criar uma super barreira. Desse modo nunca seríamos felizes...

E sempre me ouviste dizer que os homens portugueses são os melhores do mundo (e há testemunhas)!!!!

Flaw disse...

xiii... ficou enormeee! desculpa!

xanadinha disse...

Generalista....!!!Mas no geral, acho q tens razão.

As pessoas têm de facto, que mudar um bocadinho, especialmente cá po Norte...Na capital n noto tanto isso k dizes.

Quanto a mim, n há nada mais giro k sair a noite c os amigos e n tenho problema nenhum em sair com meninos, até gosto...e tu sabes!!(mesmo c akeles DOIS k n vou dizer ups e billy, se recusam a dançar cmg!)

Claro, que há noites em que sabe bem sair só c as amigas, até pk c a idade e a vida das pessoas a mudar, n é tão fácil tarmos todas juntas...o k n significa q n se conheçam outras pessoas.

Não, n m acho antipática e n m revejo nesse teu texto.

Sexo casual..? qual é o problema?!?!
Deixa-me dizer-t que acho que a questão n é o ser "só uma noite" em si, mas a falta de honestidade..Repara: n vejo problema nenhum em q um rapaz me conheça na noite e me queira levar a tomar o pk-almoço, até acho normal, pk somos todos humanos e mau era se n sentissemos desejo uns pelos outros...E aí as pessoas escolhem...
Outra coisa é criarem expectativas em ti, com o intuíto de t levar a tomar o pk-almoço e dps sentires q t enganaram. Nunca me aconteceu, mas acho q n deve ser bom...e se reparares em mts casos a conversa é msm essa....mel p t enrolarem....e dps é só akilo.
Quanto aos rapazes acharem que nós somos vadias....acho q se alguém pensar isso d mim, só pk fui tomar o pk almoço c ele, então n merece q eu perca tempo c ele e quem t disse isso n tem tido mt sorte :(

E se alguma miuda foi antipática cntg....foi e é parva!Não serve p ti e n sabe o q perde! ;)

Tou c ciumes dessa TISHA...LOOL

* Morena * disse...

Visto que o meu comentário aqui ia ficar muito longo, aqui fica o convite para passares pela nossa arca (lembras-te da história da arca das espécies raras?! pois é... ela já existe!) ;)

http://arcadossentidos.blogspot.com/

E tu estás desde já convidado a visitar (e participar);)

Um beijinho amigo Zombie
*

Snowgaze disse...

Essa das inglesas serem simpáticas sem serem meretrizes só pode ser piada... :P (ok, às meretrizes paga-se, por isso não são...)

De resto acho que em geral a culpa é dos gajos. Pois se vêm com conversa da treta (o típico "posso-te conhecer") já bêbedos e a nem ver bem onde põem os pés, não podem estar à espera de grandes respostas, digo eu.

Pessoalmente até sou muito simpática, não tenho (nunca tive) problemas nenhuns em falar com desconhecidos, desde que não queiram abusar (tipo pôr as mãos em cima etc). De qualquer forma não gosto muito do ambiente das discotecas, não compreendo como é que se pode conhecer alguém ou conversar aos berros.

Deves ter tido azar com as miúdas (e provavelmente as discos não são os melhores sítios para conhecer pessoas), olha que a grande maioria das minhas amigas são bem simpáticas e não têm nada a ver com a tua descrição.

Telecomunica disse...

:D:D:D:D
Pessoalmente não me revejo no teu post... mas que afino se a conversa for parva e pouco inteligente, lá isso afino! Afinal de contas quem sai e leva com um "posso conhecer-te", com o estilo de "a-minha-barraca-é-a-nº-27"... aaaarggggrrhhhh!

pirilim disse...

As tugas que se cuidem... Antipáticas assim, ainda perdem os homens portugueses pras brasileiras simpáticas - também no Brasil é possível ser simpática sem ser meretriz.

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